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Embora possa levar anos para que os países se juntem ao bloco europeu, a decisão de aceitá-los como candidatos é um símbolo da intenção da UE de penetrar profundamente na antiga União Soviética.
Maria Zakharova, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, chamou a medida de uma tentativa de invadir a esfera de influência da Rússia dentro da Comunidade de Estados Independentes (CEI), composta por ex-estados soviéticos.
“Com a decisão de conceder à Ucrânia e à Moldávia o status de países candidatos, a União Europeia confirmou que continua a explorar ativamente a CEI em nível geopolítico, para usá-la para ‘conter’ a Rússia”, disse ela em comunicado.
“Eles não estão pensando nas consequências negativas de tal passo.”
Ao expandir para a Ucrânia e a Moldávia, duas ex-repúblicas soviéticas, disse Zakharova, a UE estava sacrificando seus ideais democráticos às custas da “expansão desenfreada e da escravização política e econômica de seus vizinhos”.
Moscou disse que precisava enviar tropas para a Ucrânia, em parte, para evitar que seu território fosse usado para atacar a Rússia. Países ocidentais e Kyiv dizem que as reivindicações da Rússia são um pretexto infundado para justificar uma apropriação de terras.
*De Gazeta Brasil, com informações de Reuters