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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Civil segue investigando a tragédia que ocorreu após um avião de pequeno porte explodir ao tentar um pouso forçado na Zona Oeste de São Paulo. Na manhã de sexta-feira (7), o acidente deixou dois mortos e dez pessoas feridas. As vítimas fatais são o piloto e o proprietário da aeronave, que não resistiram após o impacto. Enquanto isso, passageiros de um ônibus atingido por destroços do voo e um motociclista que passava pelo local no momento do incidente sofreram ferimentos leves.
Os investigadores pretendem ouvir ainda nesta semana os sobreviventes do ônibus e testemunhas oculares do ocorrido. Além disso, mecânicos responsáveis pela manutenção da aeronave King Air também serão chamados para depor. Os depoimentos ocorrerão no 23º Distrito Policial em Perdizes.
Um dos sobreviventes ainda está hospitalizado, mas seu estado de saúde não foi revelado. Enquanto isso, a delegacia concentra-se em determinar as responsabilidades do incidente, apurando a possibilidade de negligência, imprudência ou imperícia. O caso foi inicialmente registrado como homicídio culposo (sem intenção de matar) e lesão corporal.
Paralelamente, equipes da Polícia Técnico-Científica estão realizando a perícia e a reconstituição do acidente com o auxílio de um scanner 3D. A Aeronáutica acompanha as investigações para determinar a causa da queda do King Air F90, que decolou do Aeroporto Campo de Marte com destino a Porto Alegre.
Especialistas apontam que, apesar do avião possuir dois motores turbo hélice que operam de forma independente, eles compartilham o mesmo tanque de combustível, o que poderia ter contribuído para a falha. A aeronave tem capacidade máxima de voar a 468 km/h, e sua queda ocorreu após menos de uma hora de voo.




















































