🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Terça-feira (28) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Terça-feira (28) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeA influenciadora digital Tainá Souza, conhecida por sua atuação nas redes sociais e como musa de uma escola de samba, foi presa preventivamente no Maranhão sob a acusação de integrar supostamente uma associação criminosa ligada ao desvio de dinheiro e à divulgação de jogos de azar proibidos. Segundo a Polícia Civil, ela também é investigada por participar da elaboração de uma lista com possíveis alvos para assassinato, que incluiria autoridades e jornalistas.
De acordo com a polícia, entre os nomes que estariam na chamada “lista da morte” estão o delegado Pedro Adão — responsável pelas investigações contra a influenciadora —, o deputado estadual Yglésio Moyses ( (PRTB)e os jornalistas Luís Cardoso (falecido em abril deste ano após um infarto) e Domingos Costa.
As suspeitas contra Tainá surgiram após a apreensão de seu celular durante a Operação Dinheiro Sujo, deflagrada em 30 de julho pelo Departamento de Combate aos Crimes Tecnológicos (DCCT), da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic). Mensagens encontradas no aparelho apontariam seu envolvimento direto no planejamento de crimes. Segundo a investigação, ela não apenas participava do grupo criminoso como também tinha poder de decisão dentro da estrutura, inclusive sobre possíveis execuções determinadas por um suposto “tribunal do crime”.
Tainá foi detida em sua residência e, antes de ser levada pelos agentes, chamou atenção nas redes sociais ao insistir em calçar um salto alto. Após a audiência de custódia, a Justiça decidiu manter a prisão preventiva, e ela foi transferida para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.
A defesa da influenciadora alega que as mensagens foram mal interpretadas, versão refutada pelo delegado Pedro Adão. “Mais surpresa ainda é ver que o delegado de polícia, que está investigando os fatos, estar presente nessa lista. O que denota a intenção da investigada em se ver livre da responsabilidade criminal”, afirmou.
Além da prisão de Tainá, a operação resultou em buscas e apreensões em seis endereços, no bloqueio judicial de mais de R$ 11 milhões e no sequestro de bens de investigados. A polícia aponta ainda a participação de uma advogada, suspeita de atuar na lavagem de dinheiro, e de uma gerente responsável por coordenar grupos de WhatsApp para captar novos apostadores.
Segundo o delegado, os crimes atualmente investigados podem resultar em até 13 anos de prisão, mas o inquérito pode ser agravado conforme novas provas forem reunidas. “No momento, está sendo investigada uma associação criminosa, mas nada descarta que essa associação vire uma organização criminosa”, disse Adão.
Nas redes sociais, a mãe de Tainá lamentou a falta de contato com a filha e acusou o pai da influenciadora — também investigado — de omitir informações. Segundo ela, foi orientada a não se manifestar, mas decidiu falar por desespero.
As investigações continuam para apurar o envolvimento de outros integrantes do grupo, que pode responder por contravenção penal, lavagem de dinheiro e organização criminosa.



















































































