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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO Partido Novo oficializou, nesta segunda-feira (27), a candidatura do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema à Presidência da República. A convenção nacional, realizada em Brasília, marcou a entrada formal do partido na disputa pelo Palácio do Planalto nas eleições de 2026.
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A legenda ainda não definiu o nome que ocupará a vaga de candidato a vice-presidente. No sábado (25), Zema declarou que cogitava convidar o ex-ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa para compor a chapa, mas ressaltou que a escolha depende de negociações em andamento.
Quem é Romeu Zema
Empresário e administrador, Zema disputará o Planalto pela primeira vez após concluir dois mandatos consecutivos à frente do governo de Minas Gerais. Filiado ao Novo desde 2018 — ano em que estreou na vida pública e venceu a eleição para o Executivo mineiro —, o ex-governador consolidou sua projeção nacional no segundo mandato.
Durante sua gestão no Estado, adotou uma pauta focada no ajuste fiscal, na contenção de despesas, em privatizações e no enxugamento da máquina pública, bandeiras que agora tornaram-se o pilar de sua plataforma presidencial.
Alternativa de direita na polarização
Na corrida presidencial, Zema busca posicionar-se como uma alternativa liberal dentro do campo da direita, propondo um caminho fora do embate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em pesquisa Datafolha divulgada neste mês, o candidato do Novo aparece com 3% das intenções de voto no primeiro turno, atrás de Lula (40%) e Flávio (32%).
A estratégia do comitê eleitoral é aproveitar a exposição dos debates, a propaganda gratuita no rádio e na TV e as agendas estaduais para elevar o grau de conhecimento do eleitor sobre o candidato. Nos últimos meses, Zema intensificou articulações com representantes do agronegócio, empresários e lideranças evangélicas, dando prioridade a propostas para economia, segurança pública, gestão e educação.
Agenda liberal e reformas
No plano econômico, o presidenciável defende reformas estruturais, desregulamentação, privatizações — como a da Petrobras — e o combate aos chamados “supersalários” no funcionalismo público.
Zema também adotou um tom crítico em relação ao Judiciário, defendendo mudanças institucionais no STF, como o fim das decisões monocráticas e a revisão nas regras de indicação e responsabilização dos ministros da Corte.















































































