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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO banco norte-americano JPMorgan reduziu a recomendação para as ações brasileiras de “overweight” (exposição acima da média) para “neutra” nesta terça-feira (11). A mudança de postura foi comunicada a clientes em um relatório de revisão estratégica para a América Latina.
Entre os motivos para o rebaixamento, a instituição financeira cita a proximidade do fim do ciclo de afrouxamento monetário, a desaceleração da atividade econômica, a deterioração do crédito e a escalada da volatilidade provocada pela proximidade das eleições presidenciais de outubro. O JPMorgan projeta um último corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic em setembro, seguido de uma “longa pausa” que deve se estender até o segundo trimestre de 2027.
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Diante desse cenário, o preço-alvo do Ibovespa para o fim de 2026 também foi reduzido de 190 mil para 185 mil pontos.
Cenário político e câmbio
O relatório afirma que os ativos brasileiros historicamente tendem a apresentar um desempenho inferior nos seis meses que antecedem o pleito eleitoral. O banco avalia que a perspectiva política segue incerta e que o vencedor das eleições terá o desafio de lidar com juros reais elevados e um persistente deficit fiscal.
“No geral, tudo parece muito calmo por enquanto no que diz respeito aos preços, e optamos por ficar à margem antes da volatilidade que se aproxima”, ponderaram os estrategistas do banco.
Impacto no mercado
Com a mudança, o JPMorgan adota uma postura mais conservadora em relação ao Brasil, embora ainda enxergue oportunidades pontuais na B3 — focando a recomendação em empresas de maior qualidade, exportadoras e menos dependentes do ciclo doméstico. O movimento ocorre em um momento de cautela global sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos e de forte atenção dos investidores locais rumo à política fiscal brasileira.



































































