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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Sabesp anunciou que, a partir desta quarta-feira (27), a pressão da água será reduzida diariamente na Região Metropolitana de São Paulo, das 21h às 5h, como medida preventiva para economizar o abastecimento.
Segundo a companhia, a ação atende a uma determinação da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) e tem como objetivo “reduzir perdas e evitar vazamentos, preservando os reservatórios que abastecem a região”.
“Diante do cenário de estiagem e do baixo nível dos mananciais, a Sabesp está adotando a redução da pressão da água no período noturno, quando há menor consumo pela população. Essa medida será aplicada das 21h às 5h, em toda a Região Metropolitana de São Paulo”, afirmou a empresa em comunicado.
A companhia ressaltou que imóveis com caixas-d’água devem sentir menos os efeitos da medida e reforçou a importância do uso consciente da água pela população. No entanto, casas localizadas em bairros mais altos e afastados do Centro podem ficar sem abastecimento durante a noite.
A Arsesp estimou que a redução da pressão deve gerar uma economia de cerca de 4 mil litros de água por segundo, mantendo a medida até que os níveis dos reservatórios sejam recuperados. Até a noite de terça-feira (26), o Sistema Cantareira, principal conjunto de represas que abastece a região, apresentava nível médio de 35,7%, enquanto a média geral dos reservatórios era de 38,2%.
A estratégia não é inédita e já foi utilizada durante a crise hídrica de 2014 a 2016. Em 2021, a redução da pressão também afetou o abastecimento de casas em bairros mais altos, situação que gerou reclamações de moradores.
Tradicionalmente, agosto é o mês mais seco do ano. Em 2025, até a última semana do mês, as chuvas corresponderam a apenas 8% da média histórica, agravando a situação dos reservatórios.
“Durante o período noturno, o usuário pode perceber falta de água na torneira, mas ela deve retornar no início da manhã. É um bloco de oito horas, a depender da localização, principalmente em pontos críticos”, explicou o diretor-presidente da Arsesp, Thiago Mesquita Nunes.
Segundo a agência, embora a situação seja preocupante, ainda é menos grave que a observada durante a crise hídrica de 2014, considerada a mais séria do estado.



















































































