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🧡 Ver Ofertas na ShopeeInvestigadores do 4º Distrito Policial de São Paulo apuram a morte do advogado criminalista Luiz Fernando Pacheco, encontrado desacordado na quarta-feira (1°) na rua Itambé, em Higienópolis, Centro da capital. Segundo a polícia, câmeras de segurança registraram que Pacheco foi abordado por uma dupla — um homem e uma mulher — que anunciou um assalto.
De acordo com os investigadores ao portal g1, Pacheco pode ter sido vítima de latrocínio, crime que consiste em roubo seguido de morte. Segundo relatos do advogado Ivan Filler Calmanovici, do Grupo Prerrogativas, a dupla teria tentado retirar o relógio e o celular da vítima, que reagiu ou fez um movimento brusco, levando à agressão.
Familiares e amigos informaram que Pacheco caiu no chão e recebeu golpes adicionais, incluindo uma cotovelada e um movimento de judô, conforme descrito à imprensa. Os assaltantes fugiram levando celular, carteira e relógio.
Pacheco foi socorrido por um transeunte que chamou o SAMU. Ele foi levado ainda com vida para a Santa Casa de São Paulo, mas não resistiu e faleceu sem documentos de identificação. A confirmação da identidade foi feita posteriormente por exames de identificação digital.
A polícia descartou, por enquanto, a hipótese de intoxicação por metanol. Segundo testemunhas, minutos antes do desaparecimento, Pacheco teria brincado com amigos sobre o consumo da substância. A investigação trabalha com a tese de que ele tenha batido as costas e a cabeça na queda, ficando desacordado ou com sintomas de trauma.
A vítima teria saído de um bar e consumido algumas doses de whisky na noite do crime. As autoridades ainda planejam ouvir novas testemunhas para reconstruir os passos de Pacheco antes do ocorrido.
Em nota, o Grupo Prerrogativas lamentou a morte do advogado, descrevendo-o como “um dos advogados mais brilhantes, capacitados, sensíveis, generosos e éticos do país” e ressaltando que não aceitarão que o caso seja “convertido em mais um dado estatístico”.
O velório de Luiz Fernando Sá e Souza Pacheco ocorrerá nesta sexta-feira (3), na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), no Centro de São Paulo.
















































































