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🧡 Ver Ofertas na ShopeeEnvolvidos foram reconhecidos por imagens da Neo Química Arena e de jornalistas; eles responderão por provocação de tumulto e podem ser banidos dos estádios por até três anos.
A Polícia Civil de São Paulo identificou seis torcedores do Corinthians que hostilizaram uma criança de 8 anos após ela receber a camisa de Neymar, no último domingo (30), na Neo Química Arena. O caso ocorreu após o clássico entre Corinthians e Santos, vencido pelo Peixe por 1 a 0. O menino Pedro Souza Mello, de Rio do Sul (SC), era fã do jogador e assistia à partida com a mãe. Ao fim do jogo, Neymar entregou a camisa ao garoto, o que provocou a reação agressiva de outros torcedores.
As imagens do sistema de segurança da Neo Química Arena e registros de jornalistas que cobriram a partida permitiram que a Delegacia de Polícia de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância Esportiva (DRADE) reconhecessem os envolvidos. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os seis já foram formalmente identificados no inquérito policial, que segue em andamento.
Punições e medidas
Todos os identificados responderão pelo crime de provocação de tumulto e poderão ser proibidos de frequentar jogos do Corinthians por até três anos, conforme prevê o artigo 201 da Lei Geral do Esporte. Preventivamente, o clube informou que suspendeu as contas no programa Fiel Torcedor dos envolvidos, impedindo-os de entrar na Neo Química Arena no jogo deste domingo (6), contra a Chapecoense.
Multa ao Corinthians e nota oficial
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) multou o Corinthians em R$ 10 mil pela desordem, com base no artigo 213, inciso I, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de “deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto”.
No dia do episódio, o clube publicou uma nota oficial repudiando o comportamento. O comunicado afirmou que a rivalidade e a emoção do futebol “jamais podem se sobrepor ao respeito, à educação e à segurança, sobretudo quando estamos falando de uma criança”. O clube também destacou que sua história “também é construída quando acolhe, protege e ensina as novas gerações a viver o futebol com paixão, mas sempre com respeito”.
A criança e seus familiares precisaram deixar o local escoltados por policiais militares e seguranças. A Polícia Civil informou que as investigações seguem para o completo esclarecimento dos fatos.





















































































