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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (20) o segurança Jorge Luiz Ricardo Dias, de 56 anos, suspeito de envolvimento na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro, espancado em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, no dia 11 de agosto. O homem se apresentou à delegacia por volta das 12h50 e foi preso temporariamente.
De acordo com o delegado titular Ângelo Lages, o segurança não participou diretamente das agressões, mas teve uma “participação acessória” no crime. Segundo as investigações, ele segurou a bicicleta da vítima enquanto ela era agredida e também segurou o porrete que foi usado nas pauladas.
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Ao chegar à delegacia, o segurança foi confrontado pela irmã de Cláudio. “Gostou de matar meu irmão? Gostou de matar meu irmão?”, repetiu ela. O homem não respondeu e entrou na unidade policial. Em depoimento, Jorge disse que alertou para que o outro segurança, identificado como Davi, não cometesse as agressões.
O crime
O crime ocorreu na noite do dia 11 de agosto. Cláudio Rafael Landeiro estava com a bicicleta da irmã e parou em frente a uma loja na esquina das ruas Barata Ribeiro e Belford Roxo, em Copacabana. Pessoas que suspeitaram dele chamaram seguranças da rua. A vítima tinha problemas psiquiátricos e não conseguiu explicar que a bicicleta era da irmã.
Segundo o delegado, um segurança começou a interrogar Cláudio. Em seguida, um segundo segurança, identificado como Davi, tirou a bicicleta dele e iniciou as agressões. Cláudio então foi para a Rua Felipe de Oliveira, onde se sentou na escadaria de um prédio. Foi nesse momento que o episódio foi registrado por câmeras de segurança.
As imagens mostram três homens cercando Cláudio. Dois deles portavam mochilas de entrega, e o outro segurava uma vareta, com a qual desferiu ao menos 30 pauladas. O trio alternou entre chutes e socos até que a vítima caiu na calçada. Cláudio, que em nenhum momento reagiu, foi segurado enquanto era agredido e desmaiou. Os agressores vasculharam os bolsos da vítima e um deles tirou uma foto da cena antes de fugir.
Cláudio foi socorrido por bombeiros e levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiu aos ferimentos. A causa da morte foi traumatismo craniano e hemorragia interna.
Investigação
O delegado Ângelo Lages afirmou que a polícia identificou que o crime teve a participação de quatro homens. Três participaram das agressões, e um teve participação acessória. “Um crime hediondo, um homicídio triplamente qualificado com crueldade e motivo fútil, sem possibilidade de defesa da vítima”, definiu o delegado.
Os seguranças já foram identificados. As investigações seguem para localizar os dois entregadores que participaram das agressões. Uma das irmãs da vítima, Fabiana Landeiro Hansen, disse que Cláudio era um homem calmo, de coração puro e “quieto, na dele”. “A família está desolada: eu, minha mãe, minha irmã. Foi simplesmente uma iniciativa de um indivíduo que pressupôs isso sobre ele. Não teve nenhum motivo”, contou.














































































