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🧡 Ver Ofertas na ShopeeEm um almoço reservado em Brasília com a presença do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), traçou duas previsões centrais sobre os rumos políticos do país. As informações foram reveladas nesta quinta-feira (22) pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. (Vídeo no final da matéria).
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O encontro contou ainda com a participação do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Rodrigo Pacheco e do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Luis Felipe Salomão.
A primeira avaliação de Alcolumbre diz respeito ao cenário eleitoral acirrado entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Com os candidatos empatados na margem de erro nas últimas pesquisas — como o levantamento da Quaest divulgado nesta quarta-feira (21), que aponta Flávio com 45% e Lula com 44% —, o chefe do Legislativo avalia que o Palácio do Planalto ainda tem chances de virada.
Ainda conforme a jornalista, para Alcolumbre, o resultado do próximo domingo (25) dependerá da capacidade do PT de engajar a militância de rua e conter o índice de abstenção. Vale lembrar que, entre o primeiro e o segundo turno, o próprio Alcolumbre atuou diretamente a favor do governo ao destravar a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece o fim da escala 6×1, uma das principais bandeiras eleitorais da campanha petista.
A segunda previsão de Alcolumbre mira a cadeira vaga no STF desde a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso, em outubro do ano passado. O presidente do Senado garantiu aos presentes no almoço que possui condições políticas de aprovar a indicação de Rodrigo Pacheco para a Corte Sem maiores dificuldades — independentemente de quem vença a disputa presidencial.
A leitura no Congresso é que Pacheco, que presidiu o Senado entre 2021 e 2025 e foi aprovado para o TCU com 63 votos favoráveis em setembro deste ano, é o único nome com trânsito suficiente para pacificar o Plenário da Casa.
Uma eventual ida de Pacheco ao Supremo abriria ainda uma vaga de ministro no TCU, criando uma oportunidade política para o Palácio do Planalto abrigar aliados derrotados nas urnas, como a ex-ministra Simone Tebet e o senador Randolfe Rodrigues.
No ano passado, o plano inicial de Alcolumbre já era emplacar Pacheco no STF, mas Lula priorizou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias. Em resposta, Alcolumbre articulou uma reação nos bastidores que uniu setores do Judiciário e a oposição para travar o nome de Messias.
Agora, na reta final da corrida presidencial, o presidente do Senado reativa a articulação para consolidar Pacheco no tribunal superior, apostando na necessidade de governabilidade que o eleito terá a partir de 2027.
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