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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Prefeitura de São Paulo, através da Fundação Theatro Municipal, decidiu rescindir o contrato de gestão com a Organização Social (OS) Sustenidos. A decisão, comunicada nesta sexta-feira (19), acontece em meio a uma forte pressão política de vereadores da base conservadora da gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
A polêmica que culminou na rescisão teve início após a Sustenidos se recusar a demitir um funcionário, Pedro Guida, que teria feito postagens sobre a morte do ativista americano Charlie Kirk. A Câmara Municipal de São Paulo, liderada pelo vereador Adrilles Jorge (União), enviou um ofício à Prefeitura com 26 assinaturas de parlamentares, solicitando a rescisão do contrato com base em uma “manifestação ofensiva e politicamente motivada publicada por colaborador”. O ofício foi assinado por vereadores de diversos partidos, incluindo União, PL, Podemos, Novo, MDB, Republicanos, PSD e PP.
Três motivos para a rescisão
A rescisão, solicitada pelo próprio Theatro Municipal, foi justificada por três pontos principais:
- “Reiterado descumprimento de metas”: A Fundação Theatro Municipal alegou que a Sustenidos não estava cumprindo as metas estabelecidas no contrato de gestão.
- Ofício da Câmara Municipal: O documento enviado pelos vereadores foi citado como um dos motivos para a tomada de decisão.
- Despacho do TCM: Um despacho do Tribunal de Contas do Município (TCM), também expedido nesta sexta-feira, exigiu que a Fundação esclarecesse em 48 horas a situação da abertura de um novo “Chamamento Público” para selecionar uma nova OS. O TCM lembrou que já havia feito a mesma determinação em 2023, mas a medida não foi cumprida.
A Sustenidos geria o complexo cultural desde junho de 2021, com um contrato que se estenderia até maio de 2026 e previa repasses de até R$ 562 milhões. A entidade já era alvo de críticas da ala conservadora, que a acusava de “promover pautas de esquerda na programação da Fundação Theatro Municipal de São Paulo”.




















































