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O ator Morgan Freeman, que completou 88 anos em junho, compartilhou recentemente uma preocupação que tem ao se aproximar dos 90 anos: continuar jogando golfe.
Em entrevista à revista AARP The Magazine no início deste mês, Freeman falou sobre o marco da idade avançada e respondeu quando questionado sobre seus planos para os próximos anos:
“Será que ainda estarei jogando golfe? Essa é a questão”, disse o astro de Todo Poderoso.
Freeman contou que vive em um campo de golfe e ainda se considera “bem razoável” no esporte. “Quero dizer, para um amador, eu sou muito bom. Caminhar, se abaixar, se curvar, balançar o taco, xingar… é um esporte ótimo para pessoas mais velhas. Melhor do que bocha”, brincou.
Apesar de usar um carrinho para se locomover pelo campo, o ator garante que ainda pratica uma boa quantidade de exercício. “Recebi permissão para levar o carrinho a lugares onde normalmente não se permite. A idade faz diferença. Então posso chegar bem próximo aos greens com o carrinho, mas ainda é necessário caminhar um pouco. Todo mundo deve ter notado, meu pé direito é meio problemático. Isso me causa uma leve claudicação por causa do tornozelo. Então só posso caminhar uma certa distância antes de me cansar”, explicou.
Para Freeman, seus dias giram em torno do golfe. “Na maioria das vezes, quando está ensolarado, penso: ‘Será que vamos conseguir jogar golfe hoje?’”, afirmou.
O ator também comentou sobre sua aposentadoria da atuação, deixando claro que não pretende parar tão cedo. “Há um ditado sobre a velhice: ‘Continue se movimentando’, e o que Clint Eastwood diz: ‘Não deixe o velho entrar’. A forma de fazer isso é continuar levantando de manhã, continuar se exercitando, tomar suas vitaminas, seus remédios prescritos e continuar em movimento. Esse é o segredo de tudo”, disse o vencedor do Oscar.
Recentemente, Freeman reprisou seu papel como o mágico Thaddeus Bradley no terceiro filme da franquia Agora Me Vês: Agora Você Não Vê, que também conta com Isla Fisher, Jesse Eisenberg, Mark Ruffalo e Woody Harrelson. Sobre a experiência, ele comentou: “Você se sente mais confortável decorando suas falas, mais confortável no papel, mais à vontade interagindo com os mesmos atores de antes. Você sabe o que esperar. Isso facilita tudo.”
Freeman ainda falou sobre como a conquista do Oscar em 2005 por Menina de Ouro não mudou sua personalidade. “Não mudou em nada. Eu meio que sabia desde cedo que acabaria ganhando um. Espero que não tenha me mudado. Porque a única mudança é que talvez seu preço suba um pouco e suas oportunidades de trabalho aumentem. Fora isso, não deixe o ego dominar você”, disse.
Um dia antes da entrevista, ele comentou ao jornal The Guardian sobre sua disposição em continuar no cinema. “Às vezes penso em me aposentar, mas assim que meu agente diz que há um trabalho ou alguém faz uma proposta, tudo volta ao normal: quanto vão pagar, onde será”, contou Freeman.
O ator, que aos 88 anos mantém a rotina ativa e o amor pelo golfe, segue como um exemplo de longevidade e dedicação ao trabalho e à vida saudável.