🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Segunda-feira (27) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Segunda-feira (27) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeUma investigação publicada pelo jornal suíço Neue Zürcher Zeitung (NZZ) revelou que o Hamas dedicou anos à estruturação de uma rede clandestina para executar ataques coordenados contra alvos israelenses, judeus e ocidentais em diversos países da Europa. O plano buscava replicar no continente europeu a magnitude dos atentados perpetrados em Israel em 7 de outubro de 2023.
😴 10 produtos para dormir bem com até 48% OFF – confira a lista
Segundo a reportagem, a organização construiu uma infraestrutura secreta que incluía depósitos de armas, rotas de contrabando, redes logísticas e células adormecidas prontas para serem ativadas pela cúpula do movimento. Autoridades alemãs apontam que os ataques seriam executados em datas próximas ao segundo aniversário do 7 de Outubro, mas o complô foi desmantelado graças a operações integradas de inteligência e prisões em vários países.
Estrutura operacional na Europa
As investigações identificaram atividades vinculadas ao Hamas na Alemanha, Áustria, Dinamarca, Reino Unido, Grécia e Chipre, levando os investigadores a concluir que o braço militar do grupo estabeleceu uma estrutura permanente no continente. Segundo o Ministério Público Federal alemão, a criação dessa rede terrorista começou antes mesmo do início da guerra em Gaza, como parte de uma estratégia de longo prazo para expandir suas operações além do Oriente Médio.
Arsenais e rotas de contrabando
Entre as descobertas da investigação está um arsenal localizado na Áustria em 2025, composto por cinco pistolas carregadas, dez carregadores, mais de cem munições e diversos artefatos explosivos. Viena funcionava como um centro logístico chave para o grupo.
Além disso, ao menos 13 pistolas, um fuzil de assalto AK-47 e mais de 900 cartuchos foram transportados por rotas clandestinas que cruzavam Dinamarca, Alemanha e Áustria. Um cidadão britânico de 39 anos foi detido em Londres por envolvimento com a rede, enquanto quatro integrantes do Hamas já foram condenados por tribunais alemães.
Célula e plano de ataque em Creta
Em junho de 2026, uma unidade especial da polícia grega prendeu na ilha de Creta um cidadão egípcio de origem palestina, de 37 anos, que trabalhava como eletricista em um hotel. Em buscas realizadas em sua residência em Atenas, os agentes apreenderam produtos químicos, balança de precisão e insumos para a fabricação de explosivos.
A ação ocorreu após alerta da polícia de Chipre, que havia detido dois palestinos perto de Lárnaca por elo com o suspeito. Os investigadores apontam que a célula avaliava atacar um navio de cruzeiro israelense que faz escalas periódicas em portos gregos.
Treinamento internacional
Integrantes do grupo também receberam treinamento especializado fora da Europa. Dois suspeitos viajaram de Zurique para o Catar, Indonésia e, posteriormente, Malásia, onde participaram de capacitações para fabricação de bombas e manuseio de explosivos.
Esconderijos desde 2019
A apuração reconstituiu a criação de depósitos clandestinos de armas iniciada em 2019. Em dezembro de 2023, a polícia búlgara desenterrou uma mala com armamentos e munições perto de Plovdiv — a localização foi descoberta após a perícia no celular de um suspeito libanês detido na Alemanha.
De acordo com as autoridades alemãs, a célula recebia ordens diretas do Líbano para mapear potenciais alvos. Os suspeitos realizaram tarefas de monitoramento e vigilância na Embaixada de Israel em Berlim, na base aérea americana de Ramstein e em outras instalações estratégicas.
Negativa do Hamas
O Hamas negou qualquer vínculo com os detidos na Europa e declarou que as acusações buscam “prejudicar a reputação do movimento”, sustentando que o confronto contra Israel limita-se ao território palestino. Contudo, as evidências reunidas pelas forças de segurança europeias indicam que o continente deixou de ser apenas uma fonte de financiamento e logística para se tornar um cenário ativo de planejamento de futuros atentados.
















































































