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🧡 Ver Ofertas na ShopeeFotos do ex-governante venezuelano Nicolás Maduro em uma prisão dos Estados Unidos foram publicadas em sua conta oficial no Facebook neste fim de semana. As imagens, datadas de 25 de junho de 2026, mostram o ex-presidente enquanto ele aguarda julgamento em Nova York, onde responde a acusações de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e posse de armas de guerra.
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Maduro foi capturado em janeiro deste ano durante uma operação militar em Caracas, evento que levou a mudanças políticas e ao restabelecimento das relações diplomáticas entre Venezuela e Estados Unidos após um hiato de anos. A aproximação se consolidou quando o novo governo chavista confirmou um acordo petrolífero com Washington.
Mensagem de Maduro: “A Venezuela renascerá”
Nas publicações que acompanhavam as fotos, Maduro afirmou que enviava as imagens como “um pequeno presente” para seus netos, para “os meninos e meninas” e para “todas as pessoas boas” que o apoiam. Ele também declarou que ele e a esposa, Cilia Flores, permanecem “firmes” e reiterou que “a Venezuela renascerá”.
“Quero que saibam que permanecemos firmes, com os corações repletos do vosso amor, amor esse que nos alcança transformado em oração, em ação constante, em solidariedade e em verdadeiro apoio. Infinita gratidão por cada palavra, por cada gesto, por cada bênção”, concluiu a mensagem.
Condições na prisão e julgamento
Segundo uma fonte próxima ao ex-presidente, Maduro não tem acesso a jornais nem à internet na prisão, mas está autorizado a falar por telefone com a família e advogados por aproximadamente 300 minutos por mês, com um limite de 15 minutos por chamada. O filho dele, Nicolás Maduro Guerra, afirmou que o pai está com boa saúde e passa o tempo estudando a Bíblia.
O julgamento de Maduro e de Cilia Flores nos Estados Unidos começará em 1º de junho de 2027, conforme anunciado por um tribunal federal de Nova York.
Protestos em Caracas e acordo petrolífero
Manifestantes se reuniram no centro de Caracas para rejeitar a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela e exigir a libertação de Maduro e Flores. Humberto Vargas, membro da Frente Popular Anti-Imperialista, afirmou à agência EFE que o “verdadeiro inimigo” era o “imperialismo ianque” e seus aliados, descrevendo as negociações políticas como uma armadilha.
Desde a captura do ex-presidente, o governo interino liderado por Delcy Rodríguez retomou os laços diplomáticos com Washington. A própria Rodríguez confirmou o acordo petrolífero com os EUA, destacando a disposição em desenvolver uma aliança voltada para o setor energético.
Em comunicado, o governo venezuelano afirmou que o pacto permitirá o aumento da produção de petróleo com a participação de operadores privados, abrangendo campos estratégicos com potencial de reservas e investimentos expressivos no setor.




















































































