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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO Ministério Público do Paraná (MPPR) disse entender que as condenações dos sete acusados pela morte do menino Evandro Ramos Caetano, em Guaratuba, no litoral do Paraná (PR), podem ser injustas.
O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) julga nesta quinta-feira (09) a revisão criminal de Osvaldo Marcineiro e Davi dos Santos Soares.
A declaração foi feita pelo procurador Silvio Couto Neto. Ele disse não ver provas conclusivas de que eles teriam cometido um crime.
O Caso Evandro foi registrado em abril de 1992, em Guaratuba, no litoral do Paraná.
O menino tinha seis anos, sumiu no trajeto entre a casa onde morava e a escola e foi encontrado morto com sinais de violência.
Sete pessoas foram acusadas pelo crime e quatro foram condenadas.
“Esse caso é realmente perturbador. Eu passei a estudar ele o que se percebe é que houve uma pressão insuportável da opinião pública para que fosse resolvido. Surgiu uma declaração que parece que veio do nada, de lugar nenhum, de uma pessoa interessada. E, a partir disso, se desenvolveram investigações tendentes a se confirmar essa investigação”, afirmou Silvio Couto Neto.
A declaração a que Silvio Couto Neto se refere é de um familiar de Evandro, Diógenes Caetano dos Santos, que teria feito uma investigação não oficial do caso.
Foi a partir disso, que os sete acusados teriam sido presos, de acordo com ele.
“Do fundo do meu coração, com toda a experiência acumulada em mais de três décadas de MP, não consegui chegar a conclusão de que haviam provas, então não vejo como dizer que as condenações foram justas”, concluiu o procurador do MPPR.


















































































