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Ao jornal O Estadão, procuradores que fizeram parte da força-tarefa da Lava Jato disseram que temem ser alvo de buscas ou de ordem de prisão no âmbito do inquérito instituído pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, para apurar suposta “tentativa de intimidação e investigação ilegal [da força-tarefa] de ministros da Corte”.
Por essa razão, os ex-membros da Operação Lava Jato devem recorrer à ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, para tentar trancar a investigação.
Weber é relatora de dois habeas corpus que pedem a suspensão do procedimento instaurado de ofício por Martins.
Para justificar a investigação, Humberto Martins usou as mensagens obtidas roubadas pelos hackers presos na Operação Spoofing e divulgadas pela defesa de Lula, após liberação de Ricardo Lewandowski.
O inquérito do STJ cita nominalmente seis investigadores como alvos iniciais. Quatro deles integraram a Lava Jato de Curitiba: Deltan Dallagnol, Diogo Castor de Mattos, Januário Paludo e Orlando Martello Júnior.