🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Segunda-feira (27) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Segunda-feira (27) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeOs Estados Unidos abandonaram, nesta segunda-feira (27), uma sessão do Conselho de Segurança das Nações Unidas no momento em que a delegação francesa tomava a palavra. O gesto — tido como incomum entre membros permanentes do órgão — ocorreu em protesto contra declarações da França que compararam a postura americana sobre direitos humanos à de regimes autoritários, como os da Coreia do Norte e da Rússia. A reunião tinha como foco original a guerra na Ucrânia.
10 produtos para dormir bem com até 48% OFF – confira a lista
Dan Negrea, representante suplente dos EUA na Assembleia Geral, justificou a atitude acusando Paris de adotar uma postura de “protagonismo desonesto”.
“Há um membro deste Conselho que finge indignação moral e pretende dar lições a todos sobre qualquer tema — seja o conflito em discussão hoje ou assuntos alheios à paz e à segurança internacionais, como os direitos humanos. Por isso nos retiramos durante a intervenção francesa”, declarou Negrea.
O estopim: crítica direta a Washington
A tensão teve origem na votação realizada na última sexta-feira (24) na Assembleia Geral da ONU. Na ocasião, os EUA votaram contra a renovação do mandato de Volker Türk como Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, alinhando-se a um bloco de dez países que rejeitaram a medida, ao lado de Coreia do Norte, Rússia e Nicarágua.
Após a votação, a missão francesa em Genebra publicou uma nota que serviu de estopim para o mal-estar:
“Os Estados Unidos costumavam ser um farol dos direitos humanos. Já não o são. Hoje situam-se ao lado de Coreia do Norte, Nicarágua, Mali e Rússia, isolados. E o mundo já não os escuta.”
Reação americana e réplica da França
Negrea respondeu aos franceses sem margem para ambiguidade:
“Lembro-lhes que são os Estados Unidos que seguem sendo o verdadeiro farol da liberdade para o mundo. Não lhes concederemos o benefício de ouvir seu discurso politizado.”
Em tréplica, o embaixador francês, Jérôme Bonnafont, ironizou o gesto apelando aos laços históricos entre os dois países, lembrando que a França auxiliou na independência americana no século 18. Bonnafont reforçou que o país atua na ONU para manter a independência da instituição e a defesa da Carta das Nações Unidas.
Tensão com o governo americano
O incidente expõe o enfraquecimento das relações multilaterais de direitos humanos sob a gestão do governo Trump. Apesar da oposição americana, a renovação do mandato de Türk foi aprovada com 144 votos a favor, 10 contra e 13 abstenções.
O embaixador dos EUA na ONU, Mike Waltz, acusou a França de respaldar um comissário que critica nações democráticas enquanto “se aproxima dos piores opressores do mundo”. Questionado sobre a saída dos representantes americanos da plenária, o porta-voz adjunto da ONU, Farhan Haq, preferiu não comentar a atitude e reiterou o desejo de que todos os membros respeitem as deliberações da Assembleia Geral.

















































































