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A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira, de 22 anos, filha do major da Polícia Militar Neyfson Borges. Segundo a principal linha de apuração, a jovem teria sido assassinada por traficantes do Complexo do Jardim Novo, em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, área conhecida como Favela da Light.
De acordo com a Polícia Civil, Naysa trabalhava em um ferro-velho que seria ligado ao tráfico de drogas que atua na região, dominada pela facção Amigo dos Amigos (ADA). As investigações apontam indícios de que a jovem estaria desviando dinheiro oriundo das atividades do local, o que pode ter motivado o crime.
No dia em que foi morta, Naysa estava acompanhada de duas amigas. Elas também teriam sido agredidas por traficantes, mas conseguiram sobreviver. O corpo da jovem foi encontrado com sinais de espancamento, reforçando a hipótese de execução ligada ao crime organizado. A polícia descartou, até o momento, a possibilidade de feminicídio.
A DHC segue realizando diligências para esclarecer a dinâmica do assassinato, identificar os autores e confirmar a motivação. O caso permanece sob investigação.
O sepultamento de Naysa está marcado para a tarde desta quarta-feira (7), no Cemitério Jardim da Saudade Sulacap, na Zona Oeste da capital fluminense.
Nas redes sociais, o pai da jovem publicou uma mensagem emocionada lamentando a perda da filha.
“Dormi achando que era um pesadelo. Acordei e percebi que não tomaremos mais nosso picolé favorito. Separa um algodão doce, feito de nuvens aí do céu, para quando nos vermos novamente”, escreveu.
Após agradecer as mensagens de apoio e condolências, o major também pediu orações. “Rezem por nós, principalmente por ela”, disse.