🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Sexta-feira (24) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Sexta-feira (24) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) vai retomar a operação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade por 90 dias, após uma série de falhas graves que provocaram caos no transporte público nesta quinta-feira (23). A concessionária Trivia Trens havia assumido o serviço há apenas três dias.
21 itens que todo motorista precisa ter com descontos de até 65% OFF
A decisão foi anunciada pelo diretor-presidente da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), André Isper, que classificou a situação como “inaceitável”.
“O que nós vimos nos últimos dois dias, especialmente hoje, foi inaceitável. A volta da CPTM para a operação será em conjunto com a Trivia, porque o que vimos realmente é muito ruim”, declarou Isper.
5 mais vendidos do mês em Informática com até 50% OFF – confira a lista
Explosão e paralisação
Na manhã desta quinta (23), um curto-circuito em um trem da Linha 12-Safira provocou um incêndio e paralisou as três linhas operadas pela Trivia. O incidente ocorreu no trecho entre as estações Brás e Tatuapé, na Zona Leste da capital.
Passageiros registraram o momento da explosão, que deixou um vagão completamente carbonizado por dentro e por fora. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. O diretor de Operações da Trivia, Paulo Ferreira, explicou que o curto-circuito desligou subestações de energia, colapsando o sistema. Com a paralisação, usuários precisaram caminhar pelos trilhos, e a Polícia Militar foi acionada para auxiliar na evacuação.
Falhas em sequência
Esta foi a terceira falha consecutiva registrada desde que a Trivia assumiu a concessão, na terça-feira (21). Na quarta-feira (22), passageiros já haviam relatado atrasos severos, plataformas superlotadas e escadas rolantes inoperantes.
Investigação e contrato
A intervenção temporária de 90 dias pela CPTM busca apurar detalhadamente as causas do colapso e reorganizar a operação. A Artesp informou que abrirá um processo administrativo para responsabilizar a concessionária. O contrato de concessão, firmado em 2025, prevê o retorno emergencial da estatal para garantir a segurança dos passageiros em crises deste tipo

















































































