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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu à Justiça, nesta quinta-feira (20), que a influenciadora e advogada Deolane Bezerra e os outros acusados da Operação Vérnix continuem presos. A investigação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção criminosa PCC.
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Pela lei, a Justiça é obrigada a revisar a necessidade de prisões preventivas a cada 90 dias. Deolane está presa desde 21 de maio de 2026.
Segundo os promotores do Gaeco (grupo que combate o crime organizado), a prisão deve ser mantida para garantir a ordem pública e evitar que os investigados tentem fugir ou atrapalhar a aplicação da lei.
Papel no dinheiro da facção
De acordo com a denúncia, o grupo criminoso era dividido em três partes:
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Decisório: quem mandava (liderado por Marcola e seu irmão, Alejandro);
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Operacional: quem executava as ordens;
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Financeiro: quem cuidava do dinheiro.
Para os promotores, Deolane é apontada como a principal peça do núcleo financeiro. A acusação afirma que ela usava suas contas bancárias, suas empresas e a compra de bens de luxo para esconder a origem ilegal do dinheiro do PCC.
Suspeitos foragidos e empresas “de fachada”
O MP também usou o fato de dois acusados da família de Marcola (Paloma e Leonardo) continuarem foragidos como motivo para manter todo o grupo preso.
A Operação Vérnix revelou que os investigados usavam empresas “de fachada” e “laranjas” (pessoas que emprestavam o nome) para movimentar grandes quantias e dar uma aparência legal ao dinheiro do crime.
Defesa teve pedido negado
Em julho, o Tribunal de Justiça de São Paulo já tinha negado um pedido de liberdade (habeas corpus) feito pelos advogados de Deolane. Na época, a juíza do caso afirmou que não havia nenhuma ilegalidade na prisão e negou a ida da influenciadora para a prisão domiciliar. A Justiça também lembrou que Deolane está com seu registro de advogada na OAB suspenso desde que foi presa.














































































