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🧡 Ver Ofertas na ShopeeUm barco que transportava a ativista sueca Greta Thunberg, de 22 anos, a caminho da Faixa de Gaza sofreu um incêndio neste terça-feira (9) após um suposto ataque de drone nas águas próximas à Tunísia, no Norte da África. O episódio ocorreu com a embarcação conhecida como Family Boat, que navegava sob bandeira portuguesa e levava integrantes do Comitê Diretor da flotilha humanitária Global Sumud Flotilla (GSF).
De acordo com a organização, o barco foi atingido por um artefato aéreo e pegou fogo, mas as chamas foram rapidamente controladas e todos os passageiros e tripulantes estão em segurança.
A ativista Yasemin Acar, que também integra a flotilha, divulgou um vídeo no Instagram mostrando o incêndio e relatando: “O Family Boat foi oficialmente atacado – um drone passou por cima, lançou uma bomba que explodiu e o barco pegou fogo. Todos estão bem e o fogo já foi apagado.”
Segundo Acar, a embarcação navegava em águas tunisianas e transportava vários ativistas que já haviam sido detidos junto com Greta em junho, quando tentaram chegar a Gaza em outra expedição. “Eles bombardearam um barco com civis em território tunisiano. Este é um ataque contra Gaza, porque não querem que cheguemos lá. Precisamos nos mobilizar. Não vamos ficar em silêncio”, declarou.
Em nota, a Global Sumud Flotilla confirmou o incidente: “Um dos principais barcos, conhecido como Family Boat, foi atingido por aquilo que suspeitamos ser um drone. A embarcação estava sob bandeira portuguesa e todos os passageiros e tripulantes estão seguros. Uma investigação está em andamento.”
Apesar da gravidade, os danos relatados foram considerados leves e a missão seguirá adiante. “Atos de agressão destinados a nos intimidar e sabotar a missão não nos deterão. Continuamos com determinação para romper o bloqueio a Gaza e demonstrar solidariedade ao povo palestino”, afirmou a entidade.

🔥Activist Yasemin Acar says a drone “released a bomb” on the Gaza aid flotilla vessel “Family” in Tunisian waters.
Activists, including Greta and other flotilla leaders, were on board.
No injuries were reported, but the strike caused a fire on the ship. https://t.co/NFQTDxuNZ4 pic.twitter.com/J0rlaoOhsO
— Drunk Cicero (@Drunk_Cicero) September 9, 2025
Israel, que há 18 anos mantém um bloqueio naval à Faixa de Gaza, já classificou participantes de missões humanitárias semelhantes como “terroristas” e ameaçou prender voluntários que tentarem violar a interdição marítima.
Greta já havia sido deportada por Israel em junho, quando o barco em que viajava, o Madleen, foi interceptado. Na ocasião, ativistas acusaram militares israelenses de usarem drones para lançar uma substância irritante sobre o convés antes da prisão.
A nova expedição partiu de Barcelona no último domingo (1º) e é considerada a maior tentativa até hoje de romper o bloqueio. São cerca de 20 embarcações com delegações de 44 países, transportando alimentos, água e medicamentos destinados à população palestina.





















































