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🧡 Ver Ofertas na ShopeeIrã e Estados Unidos iniciaram nesta sexta-feira (6) negociações em Omã para discutir o programa nuclear iraniano e outros temas sensíveis, em um contexto de ameaças militares, instabilidade regional e protestos internos no país persa. O encontro é o primeiro desde que Washington apoiou, em junho, ataques israelenses a instalações nucleares do Irã.
As delegações são chefiadas pelo enviado americano para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e pelo chanceler iraniano, Abbas Araghchi, com Omã atuando novamente como mediador. Antes das conversas, Araghchi afirmou que o Irã negocia “de boa-fé”, mas exigiu respeito mútuo e cumprimento de compromissos.
A Casa Branca informou que busca impedir qualquer capacidade nuclear do Irã, enquanto o presidente Donald Trump voltou a mencionar a possibilidade de uso da força, citando o envio de uma frota naval à região. O vice-presidente JD Vance disse que a via diplomática permanece aberta, sem descartar uma ação militar.
As negociações ocorrem após uma escalada do conflito, incluindo uma ofensiva israelense de 12 dias contra o Irã, que interrompeu diálogos anteriores. O encontro também acontece após uma onda de protestos no país, reprimida com violência, segundo entidades de direitos humanos.
Persistem divergências sobre a pauta. Os Estados Unidos defendem ampliar as discussões para incluir mísseis balísticos e apoio iraniano a grupos aliados, enquanto Teerã insiste em limitar o diálogo ao tema nuclear.
O Irã afirma que seu programa tem fins pacíficos, mas atualmente enriquece urânio a cerca de 60%, próximo ao nível militar. Relatórios internacionais indicam que o país acumula quase 10 mil quilos do material, embora serviços de inteligência dos EUA afirmem que ainda não há um programa ativo de armas nucleares.






















































