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A Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, não é apenas um marco esportivo pela ampliação para 48 seleções. O período do torneio também consagra os atletas mais bem pagos da história do esporte. Segundo levantamento da revista Forbes Argentina, os 11 jogadores de futebol com maiores receitas somaram US$ 950 milhões nos 12 meses anteriores ao torneio.
Pela primeira vez, dois atletas em atividade ultrapassam a marca de US$ 1 bilhão em patrimônio líquido: Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. Ambos lideram a lista de maiores ganhadores, integrando um grupo que combina contratos esportivos milionários com acordos comerciais e patrocínios de alto valor global.
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O Topo da Lista
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Cristiano Ronaldo (Portugal): O capitão da seleção portuguesa, aos 41 anos, lidera o ranking com US$ 300 milhões em receitas nos últimos 12 meses — dos quais US$ 235 milhões correspondem a salários e prêmios esportivos. Seu patrimônio líquido é estimado em US$ 1,2 bilhão pela Forbes. Ele disputa seu sexto Mundial em busca do único título que ainda não conquistou.
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Lionel Messi (Argentina): O camisa 10 da Argentina aparece em segundo lugar, com US$ 140 milhões em ganhos no último ano, divididos igualmente entre rendimentos esportivos e comerciais. O atacante do Inter Miami também integra o clube dos bilionários, com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão. Aos 38 anos, ele disputa sua sexta Copa do Mundo e segue como o rosto de marcas globais como Adidas e Michelob Ultra.
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Kylian Mbappé (França): O francês de 25 anos fecha o pódio com US$ 95 milhões em receitas. Recente artilheiro da Champions League pelo Real Madrid, ele representa a nova geração de alto apelo comercial, com contratos que incluem a rede Fairmont Hotels & Resorts e a seguradora Alan.
Ganhos recordes no futebol mundial
A lista dos jogadores mais bem pagos reflete o impacto financeiro das ligas europeias, americanas e da Arábia Saudita no mercado global da bola:
| Jogador | Receita Anual (US$) | Contexto / Destaque Comercial |
| Erling Haaland | US$ 80 milhões | Impulsionado por renovação contratual recorde. |
| Vinicius Jr. | US$ 60 milhões | Estrela da Nike e colaborações digitais (como a skin do Fortnite). |
| Mohamed Salah | US$ 55 milhões | Principal ícone do futebol africano e mercado árabe. |
| Sadio Mané | US$ 54 milhões | Destaque em contratos no futebol saudita. |
| Jude Bellingham | US$ 44 milhões | Consolidado na elite global após transferência para o Real Madrid. |
| Lamine Yamal | US$ 43 milhões | Aos 18 anos, já estrela campanhas da Coca-Cola, McDonald’s e Visa. |
| Harry Kane | US$ 41 milhões | Principal nome do ataque inglês e do Bayern de Munique. |
| Neymar | US$ 38 milhões | Mantém forte apelo comercial global e contratos de patrocínio. |
O negócio fora das quatro linhas
Segundo a Forbes, os ganhos desses atletas não dependem apenas dos salários pagos por seus clubes. Acordos comerciais, licenciamentos e a exploração da imagem pessoal representam uma parcela massiva das receitas anuais.
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi continuam liderando grandes campanhas internacionais ao lado de celebridades de outros segmentos. Essa tendência de “atleta-marca” se repete com Mbappé e Vinicius Jr., que recentemente firmaram contratos de peso com empresas dos setores hoteleiro, de seguros e de tecnologia.
O Mundial dos Bilionários
A edição de 2026 também registra números inéditos na venda de ingressos. A FIFA ofereceu entradas oficiais para a final no MetLife Stadium, em Nova Jersey, por até US$ 32.970, enquanto no mercado secundário de revenda os preços chegaram a impressionantes US$ 2,3 milhões por um assento VIP.
O protagonismo de CR7 e Messi como referências financeiras e esportivas dita o ritmo de uma nova etapa na profissionalização do futebol, estreitando ainda mais os laços entre atletas de elite, clubes e o mercado corporativo global.





















































