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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o Senado Federal, a Câmara dos Deputados e a Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestem sobre questionamentos à nova resolução do Congresso Nacional para as chamadas “emendas dos líderes”. O prazo estabelecido para as respostas é de 10 dias úteis.
A decisão de Dino ocorre após a aprovação de uma resolução pelo Congresso que estabelece regras de transparência para as emendas parlamentares, mas que deixou de cumprir uma das principais exigências do STF: a identificação nominal do parlamentar que indicou os repasses de recursos públicos para obras e projetos.
Duas petições foram encaminhadas ao STF questionando essa brecha na nova norma. O Instituto Não Aceito Corrupção (Inac) e o PSOL protocolaram ações contra a falta de transparência no destino das emendas. Na petição apresentada, o PSOL alega que a resolução permite a indicação dos repasses sem a identificação do autor original, incluindo apenas a assinatura do líder da legenda. O partido compara o novo sistema a uma nova versão do chamado “orçamento secreto”, apontando que o mecanismo visa “esconder quem é quem nas planilhas de bilhões de reais”.
A decisão do ministro representa um novo capítulo na discussão sobre transparência no uso das emendas parlamentares, tema que já levou o STF a interferir em regras orçamentárias anteriormente. Agora, caberá ao Congresso e à AGU apresentar suas justificativas sobre a manutenção do sigilo em relação aos parlamentares beneficiados pelos recursos.






















































