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🧡 Ver Ofertas na ShopeeÀs vésperas do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de sete aliados, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) reforçou a proteção do Palácio do Planalto, instalando grades ao redor do prédio. Segundo o gabinete, a medida foi adotada devido à “possibilidade de manifestações programadas em locais próximos à instalação presidencial”.
Em nota, o GSI destacou que “as grades são utilizadas como medida de reforço, conforme os protocolos de segurança”. O equipamento já foi utilizado em ocasiões anteriores, como visitas de chefes de Estado e no 7 de Setembro, como forma de contenção.
A segurança também foi ampliada no Supremo Tribunal Federal (STF), que reforçou o policiamento dentro e fora do prédio. Um grupo de policiais permanece no local, inclusive à noite, e equipes realizam varreduras nas residências dos ministros, intensificadas desde novembro passado, quando um homem explodiu uma bomba em frente ao STF, tirando a própria vida.
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal informou que o policiamento na Praça dos Três Poderes será reforçado, com atenção especial às vias de acesso (S1 e S2). O monitoramento poderá incluir abordagens e revista de mochilas, conforme a decisão do STF que proíbe acampamentos e obstruções na área. Até o momento, não há indícios de manifestações relacionadas ao julgamento.
O STF afirmou ter um “plano estruturado para todas as grandes manifestações”, elaborado em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a restrição de acesso à Praça dos Três Poderes. O reforço de segurança deverá se estender até depois do julgamento, que coincide com o feriado de 7 de Setembro e precede a posse do novo presidente do STF, ministro Edson Fachin, marcada para 29 de setembro.
Julgamento de Bolsonaro
O julgamento do ex-presidente e do chamado “núcleo crucial” da trama golpista começa nesta terça-feira (2) e será prioridade do STF, que busca evitar qualquer adiamento. Os réus são acusados de tentativa de golpe de Estado entre 2022 e 2023 e respondem por crimes cujas penas podem ultrapassar 40 anos de prisão.
As sessões ocorrerão na Primeira Turma do STF, presidida pelo ministro Cristiano Zanin e com relatoria de Alexandre de Moraes. Os ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Luiz Fux também integram o colegiado. Além do dia 2, foram reservadas as datas 3, 9, 10 e 12 de setembro para a conclusão do julgamento.






















































