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O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta segunda-feira (28) uma nova fase de interrogatórios no processo que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os depoimentos, realizados por videoconferência a partir das 9h, envolvem 12 réus denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), integrantes do chamado núcleo 3 da ação penal.
Entre os acusados estão militares da ativa e da reserva do Exército, além de um agente da Polícia Federal. Eles respondem por cinco crimes: tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
A lista dos réus inclui:
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Bernardo Romão Correa Netto (coronel),
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Cleverson Ney Magalhães (coronel da reserva),
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Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira (general da reserva),
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Fabrício Moreira de Bastos (coronel),
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Hélio Ferreira Lima (tenente-coronel),
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Márcio Nunes de Resende Júnior (coronel),
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Nilton Diniz Rodrigues (general),
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Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel),
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Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel),
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Ronald Ferreira de Araújo Júnior (tenente-coronel),
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Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (tenente-coronel),
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Wladimir Matos Soares (agente da Polícia Federal).
Durante esta etapa da instrução processual, os interrogatórios seguem uma ordem definida: primeiro, o juiz instrutor realiza os questionamentos; em seguida, é a vez do representante da PGR; por fim, as defesas dos réus apresentam suas perguntas, obedecendo a ordem alfabética.
Concluída essa fase, o relator do processo no STF deverá elaborar um relatório e o voto, que serão posteriormente submetidos ao colegiado da Corte para julgamento. Não há prazo definido para a conclusão dessa etapa.