🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Terça-feira (28) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Terça-feira (28) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeA defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou nesta terça-feira (17) mais um pedido de prisão domiciliar humanitária junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Este é o 6º pedido desde que ele começou a cumprir pena, em novembro de 2025.
Segundo os advogados, a permanência de Bolsonaro no atual ambiente prisional “expõe o quadro clínico a um risco progressivo” e não garante acompanhamento contínuo em caso de emergências médicas. A defesa argumenta que a medida não seria um privilégio, mas uma necessidade para “assegurar condições mínimas de tratamento médico adequado, de modo a não se operar uma ampliação indevida dos riscos clínicos”. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.
Atualmente, Bolsonaro está internado no Hospital DF Star, em Brasília, tratando uma pneumonia bacteriana bilateral, considerada a mais grave entre as três que ele já enfrentou desde que sofreu o atentado a faca em 2018. Segundo o último boletim médico, divulgado na segunda-feira (16), o ex-presidente apresentou melhora clínica e laboratorial nas últimas 24 horas, com recuperação da função renal e melhora parcial dos marcadores inflamatórios, resultado da antibioticoterapia instituída.
O quadro clínico atual teve início na madrugada de sexta-feira (13), no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, quando Bolsonaro passou mal e foi atendido pelo Samu. Após exames, incluindo tomografia do tórax, foi diagnosticada broncopneumonia bilateral, mais acentuada no pulmão esquerdo. O tratamento imediato com antibióticos intravenosos trouxe pequenas melhoras, mas o ex-presidente ainda apresentava enjoo, dor de cabeça e dores musculares típicas de infecção.
Desde o atentado em 2018, Bolsonaro passou por 14 cirurgias, incluindo procedimentos recentes em dezembro de 2025 para correção de hérnias e bloqueio do nervo frênico, visando reduzir episódios de soluço crônico, condição que pode agravar complicações respiratórias.
Os pedidos anteriores de prisão domiciliar já foram negados pelo ministro Alexandre de Moraes, que entende que o sistema prisional, com suporte médico e possibilidade de remoção a hospitais, garante atendimento adequado ao ex-presidente.



















































































