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🧡 Ver Ofertas na ShopeeInvestigações da Polícia Federal apontaram que os aportes bilionários da Rioprevidência no Banco Master dependiam de um “alinhamento político necessário” entre o dono do banco, Daniel Vorcaro, e o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. As conclusões constam em relatório enviado ao ministro do STF André Mendonça, que nesta terça-feira (26) autorizou a 8ª fase da Operação Compliance Zero, com Castro entre os alvos.
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A relação entre Vorcaro e Castro
De acordo com o documento da PF, a relação pessoal e política entre Vorcaro e o ex-governador viabilizou os investimentos bilionários em letras financeiras e fundos criados ou utilizados pelo banco. O ajuste financeiro teria sido intermediado pelo empresário Ricardo Siqueira Rodrigues e operacionalizado por agentes públicos inseridos na estrutura decisória da autarquia previdenciária, que passou por alterações em sua alta gestão pouco antes do início dos aportes.
As irregularidades apontadas
O parecer do Ministério Público Federal descreve que os investimentos foram feitos “em desconformidade com a política de investimentos do RPPS (Regime Próprio de Previdência Social) e com as exigências regulatórias” . A suspeita é de que a relação entre Vorcaro e Castro tenha sido usada como mecanismo para burlar as regras e direcionar recursos públicos para o banco.
A operação da PF
A 8ª fase da Operação Compliance Zero foi autorizada pelo ministro André Mendonça após análise do relatório da PF. Entre os alvos da ação está o ex-governador Cláudio Castro, que já vinha sendo investigado em outras frentes por suspeitas de irregularidades na gestão estadual.
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Alteração na gestão da Rioprevidência
Segundo a PF, a autarquia previdenciária sofreu mudanças em sua alta administração pouco antes do início dos aportes, o que teria facilitado a aprovação dos investimentos no Banco Master. A investigação busca identificar todos os envolvidos no esquema e apurar o montante total de recursos desviados.





















































