🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Quinta-feira (18) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Quinta-feira (18) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeO Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para manter Oseney da Costa Oliveira como réu em um júri popular pelo assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips. O órgão sustenta que Oliveira deve ser julgado por duplo homicídio qualificado. O recurso foi protocolado na terça-feira (1º).
A União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) já havia solicitado a intervenção do MPF, argumentando que o caso é “importante e simbólico para o movimento indígena do país” e deve ser tratado com rigor e transparência.
Oseney, também conhecido como Dos Santos, é um dos três acusados pelo crime. Os outros réus são seu irmão, Amarildo da Costa Oliveira, o Pelado, e Jefferson da Silva Lima, apelidado de Pelado da Dinha. Bruno e Dom foram mortos em 2022, na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas.
Em 17 de setembro, a 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu manter o julgamento de Amarildo e Jefferson por júri popular, mas afastou Oseney da acusação por falta de provas suficientes, decisão que o MPF contesta.
O MPF destaca que a confissão de Jefferson aponta que Amarildo convocou o irmão e outros familiares para capturarem Bruno e Dom. Além disso, testemunhas colocam Oseney na cena do crime, afirmando que ele se encontrou com Amarildo no dia e hora dos assassinatos. O órgão também sustenta que Oseney revelou a localização dos corpos e estava armado no dia dos fatos. Objetos das vítimas foram encontrados em sua casa, que serviu de abrigo para Jefferson após o crime.
Embora o MPF reconheça que Oseney não foi o autor direto dos homicídios, alega que ele contribuiu para o crime, seja por sua presença no local, por atender ao chamado de Amarildo, ou por revelar onde estavam os corpos. Assim, o órgão pede que ele seja julgado e punido de forma proporcional à sua participação.
Enquanto Amarildo e Jefferson permanecem presos, aguardando julgamento por duplo homicídio qualificado e ocultação de cadáver, Oseney está em prisão domiciliar com monitoramento eletrônico, à espera do desfecho do caso.






















































