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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) informou nesta segunda-feira que suas forças realizaram uma ofensiva na Síria, resultando na morte de 12 membros do Estado Islâmico (EI). A operação, dirigida contra acampamentos e operativos da organização jihadista, faz parte dos esforços dos EUA para desmantelar as capacidades do grupo terrorista na região.
“Os ataques contra líderes, operativos e acampamentos do EI foram realizados como parte da missão contínua para desbaratar, degradar e derrotar o EI, evitando que o grupo terrorista realize operações externas e garantindo que não busque oportunidades para se reconstituir no centro da Síria”, disse o CENTCOM em um comunicado.
A ofensiva aérea ocorreu em áreas anteriormente controladas pelo antigo regime de Bashar Al Assad e sob influência russa. O Comando afirmou que ainda estão sendo avaliados os danos causados pelos ataques e que não há indícios de vítimas civis.
O general Michael Erik Kurilla, comandante do CENTCOM, assegurou que os Estados Unidos continuarão impedindo que o EI “se reconstituir e aproveite a situação atual na Síria”.
Contexto Político na Síria Após a Queda de Al Assad
A ofensiva dos EUA ocorre em um momento crítico para a Síria, que no último domingo completou uma semana desde a queda de Bashar Al Assad por uma coalizão insurgente islamista liderada por Hayat Tahrir al Sham (HTS).
Al Assad, que governou a Síria desde o ano 2000 após a morte de seu pai, Hafez Al Assad, encontra-se atualmente exilado em Moscou. Desde a capital russa, nesta segunda-feira, ele negou ter traído o povo sírio, assegurando que sua saída não foi planejada.
A queda do regime intensificou a atenção internacional sobre o futuro político da Síria. O Departamento de Estado dos Estados Unidos, através de seu porta-voz Matthew Miller, destacou a importância de que a HTS adote uma abordagem inclusiva que respeite os direitos das minorias no país.
Miller explicou que a possível retirada de sanções internacionais contra a Síria dependerá de ações concretas, não de palavras. “As sanções nunca são pensadas para serem permanentes. Sempre impomos sanções para tentar induzir mudanças de comportamento, e se virmos mudanças, é claro que estamos abertos a levantá-las”, afirmou.
Além disso, ele destacou que os Estados Unidos mantiveram contato “com todas as partes importantes no terreno, incluindo a HTS”, e assegurou que, quando considerado oportuno, enviarão pessoal americano à Síria.
A situação na Síria, marcada por um vazio de poder após a saída de Al Assad e o avanço de forças insurgentes, continua gerando incerteza na região e preocupações entre as potências internacionais.
(Com informações da EFE)



















































































