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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO ministro do Tribunal de Contas da União (STF), Vital do Rêgo, pediu vista de 60 dias do processo de privatização da Eletrobras em sessão plenária desta quarta-feira, o que pode comprometer o cronograma de privatização da empresa.
Segundo ele, o pedido de vista será na “forma regimental”. O ministro disse que seriam necessários 60 dias para analisar melhor o caso.
Se for mantido este prazo, o governo pode perder o “timing” para privatizar a empresa ainda no primeiro semestre, antes do período eleitoral.
Em sua exposição, Vital fez críticas à falta de informações sobre o impacto da privatização na conta de luz dos consumidores de energia.
Segundo ele, o poder concedente “não calculou” o efeito tarifário do processo porque alega não ter tido tempo hábil.
Ainda de acordo com o ministro, há inconsistência nos investimentos previstos para a Eletrobras privatizada.
“Há uma evidente contradição entre o discurso para justificar a privatização da Eletrobras, a garantia de investimentos, entre os estudos apresentados ao TCU que preveem ao final de 30 anos a ausência completa de investimentos… A tese de garantir investimentos ao setor não pára em pé.”
Após o pedido de vistas, o ministro Jorge Oliveira sugeriu que o prazo para a devolutiva de Vital seja encurtado para sete dias, assim como foi deliberado para o processo do 5G.
O julgamento sobre a Eletrobras foi retomado nesta quarta-feira no TCU, com a exposição do voto do relator, ministro Aroldo Cedraz.
Cedraz sugeriu determinar que o BNDES, responsável por liderar os estudos técnicos da privatização, faça ajustes nos referenciais de preço de longo prazo utilizados para estimar as receitas de geração da Eletrobras.
O relator também chegou a defender mudanças na cláusula de “poison pill” –que dá garantias a acionistas minoritários e impede uma tomada de controle por um acionista– para permitir uma eventual reestatização da Eletrobras. Entretanto, ele disse que reconsiderou sua posição inicial sobre o tema após receber contribuições de Jorge Oliveira.
*Com informações de Reuters


















































































