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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Civil prendeu, na madrugada deste sábado (20), o terceiro suspeito do assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz. O homem, identificado como Rafael Marcell Dias Simões, de 42 anos, conhecido como Jaguar, se apresentou voluntariamente em uma delegacia de São Vicente, no litoral paulista, horas após a expedição de um mandado de prisão temporária, informou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).
Ruy Ferraz, que atuava como secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande desde 2023, foi vítima de uma emboscada na noite de segunda-feira (15) enquanto dirigia seu carro em alta velocidade, possivelmente tentando escapar de uma perseguição. Câmeras de segurança registraram o momento do crime: após colidir com um ônibus, três homens armados desceram de um veículo que vinha logo atrás. Dois deles se aproximaram do carro de Ferraz e efetuaram os disparos que mataram o ex-delegado, enquanto o terceiro permaneceu apontando uma arma para outros veículos na via.
Além de Jaguar, outros dois suspeitos já haviam sido presos: Dahesly Oliveira Pires, que teria transportado uma das armas utilizadas no homicídio, e Luiz Henrique Santos Batista, conhecido como Fofão. Ao todo, sete pessoas foram identificadas como participantes da emboscada, das quais quatro seguem foragidas. Entre os procurados está o dono de um imóvel de temporada em Praia Grande, onde a polícia encontrou um fuzil usado no ataque. A Justiça decretou a prisão dele neste sábado.
De acordo com a polícia, Jaguar possui antecedentes criminais, incluindo um sequestro em 2008, investigado pela Delegacia Anti-Sequestro de Santos. Seu advogado afirmou que o cliente estava em processo de ressocialização, com trabalho formal, e garantiu acreditar na inocência do suspeito, que será provada ao longo das investigações.
A principal linha de investigação aponta para retaliação do crime organizado. Ferraz foi um dos pioneiros nas apurações contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) no início dos anos 2000. O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, afirmou que nenhuma hipótese está descartada e rejeitou o apoio da Polícia Federal nas apurações.




















































