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A empresa de entrega de comida iFood reconheceu nesta quarta-feira (3) que sofreu um vazamento de dados envolvendo clientes da plataforma. O incidente aconteceu em dezembro de 2025, mas só foi divulgado agora. Cerca de 1,2 milhão de pessoas foram afetadas, o que representa 2% da base de usuários da empresa.
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De acordo com o iFood, as informações vazadas incluem nomes e CPFs dos clientes. No entanto, a empresa afirma que senhas, meios de pagamento, dados bancários e registros financeiros não foram comprometidos. Também não há evidências de acesso a informações de transações realizadas na plataforma.
O iFood informou que o incidente foi isolado e rapidamente contido pelos protocolos de segurança da empresa. Em nota, a companhia disse que segue adotando medidas de proteção e atuando em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Por que o iFood não comunicou os clientes antes?
A empresa explicou que não fez uma comunicação formal sobre o incidente porque entendeu que ele não representava risco ou dano relevante aos usuários. De acordo com a legislação, não é obrigatório reportar casos em que não há risco significativo.
“O incidente foi tratado e avaliado em estrita conformidade com a legislação, que dispensa o reporte e comunicação quando o evento não acarreta risco ou dano relevante aos titulares, de acordo com os critérios regulatórios definidos pela ANPD”, afirmou a companhia.
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O iFood também reforçou que todas as comunicações com os usuários são feitas exclusivamente por seus canais oficiais, recomendando que os clientes fiquem atentos a possíveis tentativas de golpe.






















































