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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou nesta quinta-feira (20) que está “sozinho” na disputa eleitoral e reclamou das críticas feitas à sua candidatura por integrantes da centro-direita. Em transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, o senador disse esperar que políticos desse campo concentrem os ataques no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu principal adversário nas eleições de outubro.
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“Isso me deixa um pouquinho chateado, mas também bola para frente, porque eu esperava que as pessoas que se dizem de centro-direita fossem atacando o Lula. E é todo dia atacando o Flávio Bolsonaro”, declarou. Na sequência, afirmou contar com o apoio dos eleitores e de Deus.
Apesar da queixa, o senador citou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em tom elogioso. Disse ter conversado com ele durante um compromisso na Zona Leste da capital paulista e afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está “com muito orgulho” do governador.
A declaração expõe a dificuldade de Flávio em unificar a centro-direita em torno de seu nome. Durante a live, o candidato também criticou a pulverização de candidaturas ao Senado no campo da direita. Segundo ele, em estados como São Paulo, Paraná e Distrito Federal há mais de dois nomes identificados com essa vertente, motivo pelo qual pediu que os eleitores concentrem os votos nos nomes indicados por ele.
Em São Paulo, Flávio declarou apoio a Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL). No Paraná, indicou Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL). Já no Distrito Federal, pediu votos para Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL). Segundo o pré-candidato, a divisão de votos pode beneficiar adversários de esquerda e reduzir a base de apoio de um eventual futuro governo no Congresso Nacional.
Planos de governo e redução da maioridade penal
Flávio ressaltou que precisará de uma bancada numerosa de senadores e deputados para aprovar as propostas de seu plano de governo. Entre as prioridades, o candidato defendeu a redução da maioridade penal para 16 anos em qualquer tipo de crime e para 14 anos em casos de crimes hediondos ou equiparados.















































































